25 de nov de 2014

Você sabia que a alimentação auxilia no tratamento da Candidíase?

Foto: ISTOCKPHOTO/THINKSTOCK
A candidíase é originada pelo fungo chamado Cândida, sendo as orais e genitais mais conhecidas e fáceis de serem detectadas. As mulheres são as mais atingidas pela candidíase genital. 

Seus sintomas caracterizam-se por ardor, prurido e corrimento branco e espesso, os quais se agravam em períodos pré-menstruais por diversos fatores, como aumento da acidez vaginal. Além da infecção vaginal, a cândida, produz toxinas que podem trazer inúmeros sintomas fora do trato genito-urinário, como no sistema nervoso (fadiga anormal, dificuldade em se concentrar, depressão, alterações de humor), sistema digestivo (gases, distensão abdominal, diarreia alternada com constipação e múltiplas alergias alimentares), pele (psoríase, eczema, sudorese excessiva, acne e infecções nas unhas), sistema endócrino (hipo ou hipertireoidismo, principalmente os de origem auto-imune) e no próprio trato genito-urinário trazendo a perda de libido. 

A cândida, assim como outros fungos, é encontrada naturalmente em organismos saudáveis e que não produzem sinais de doença em condições fisiológicas normais. Mas como esse “bichinho” se prolifera a ponto de causar sintomas? 

O sistema imune, nível de pH e as bactérias benéficas nos protegem de maiores problemas pela exposição ao fungo. O organismo mantém o equilíbrio entre as bactérias probióticas, as patogênicas, comensais e os fungos. O desequilíbrio leva ao processo chamado de “disbiose”. Ao encontrar as condições apropriadas, os fungos multiplicam-se rapidamente ocasionando a candidíase com os sintomas. 

Uma dieta rica em carboidrato refinado e açúcar refinado (arroz e pão branco, biscoito, chocolate e bolos), leite e derivados, bebida alcóolica (vinho e cerveja), produtos industrializados em geral e o alto consumo de frutose favorecem o crescimento fúngico. 

Diversos alimentos podem ser incluídos para conseguirmos o efeito antifúngico. Recomenda-se ingerir orégano, alho, cebola, diversidades de legumes e verduras, suco de cranberry, óleo de coco extra virgem e prebióticos como biomassa de banana verde e batata yacon. A exclusão dos alimentos na dieta, citados anteriormente e que favorecem o crescimento fúngico, torna-se essencial. 

A alimentação pode auxiliar no tratamento ou prevenção da candidíase, que aflige considerável população feminina, como de outros distúrbios causados pelo estilo de vida adotado nos dias de hoje. Nos casos recorrentes, torna-se uma das principais aliadas e uma alternativa a alopatia.


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Texto desenvolvido por Mariana Frank, graduada pelo Centro Universitário São Camilo e Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional, membro da Diretoria do Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional (IBNF), da equipe de Flavia Araujo (Fuca), nutricionista esportiva, graduada pela Universidade Anhembi Morumbi, atleta competitiva há 10 anos. Nutricionista de atletas amadores, profissionais e olímpicos, faz parte da CBDA (Confereração Brasileira Deportos Esportivos).


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