26 de jan de 2015

Treino de musculação e importância na corrida e resitência


Atenção, corredores de plantão!

Estão achando que é só sair correndo e pronto? Não!
A musculação esquecida por alguns também é muito importante para nós.

A musculação vem como um complemento ao treino de corrida, para contribuir no fortalecimento dos músculos e articulações, prevenindo assim, possíveis lesões e promovendo um melhor desempenho.
Mas como aliar a musculação e a corrida sem levar um esforço muscular?
Os membros mais enfatizados serão os membros inferiores (pernas) e a região do core (abdômen, lombar e quadril) que é responsável por manter a postura durante a corrida. Os membros superiores (braços e ombros) também devem ser trabalhados, pois atuam como coadjuvantes no movimento esportivo.
Os exercícios e frequência em que devem ocorrer estes treinos devem ser estipulados conforme o período de treinamento que o corredor se encontra (base, fortalecimento ou velocidade) e se ele é um atleta iniciante ou mais avançado.
Mas se você não gosta de musculação, tudo bem! 
Você pode optar por outras atividades como Pilates (ótima para fortalecimento e alongamento), Treinamento Funcional (tem vários exercícios específicos para corredores), Treino em Areia ou Treinos com Elásticos que promovem uma melhor resistência e fortalecimento muscular.
Cuidado com os excessos e periodização de seus treinos para não levar a alguma lesão ou queda de rendimento.

Agora, mãos à obra!

Faça o acompanhamento com seu treinador ou procure um profissional habilitado para montar a sua planilha de treino e partir rumo ao pódio!

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Texto desenvolvido por Aritiane R Silva, graduada em Nutrição  pela Universidade Nove de Julho - UNINOVE, Pós Graduada em Nutrição  Esportiva pela Universidade Gama Filho e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional pelo Instituto Valeria Paschoal - VP - Unicsul, da equipe de Flavia Araujo (Fuca), nutricionista esportiva, graduada pela Universidade Anhembi Morumbi, atleta competitiva há 10 anos. Nutricionista de atletas amadores, profissionais e olímpicos, faz parte da CBDA (Confereração Brasileira Deportos Esportivos).

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Bons treinos!

Equipe Fast Runner

6 de jan de 2015

Tipos de fibras musculares

Foto: ISTOCKPHOTO/THINKSTOCK
Você sabia que o tipo de fibra muscular interfere em seu desempenho esportivo?
Saiba mais como isso pode lhe ajudar e ate pré dispor para uma melhor atividade física com foco em performance.
Força, resistência e velocidade durante o exercício dependem muito da capacidade dos músculos em produzir energia. 
Nosso corpo e constituído em sua maior parte por dois tipos de fibras: fibras de contração lenta (do tipo I) e fibras de contração rápida (do tipo II e subtipos). 
Mas o que as difere e em qual tipo de atividade física elas são mais utilizadas?
Em geral, as fibras do tipo I apresentam um elevado nível de resistência aeróbica, são mais eficazes na produção de ATP, portanto, são mais recrutadas durante atividades de resistência de baixa intensidade (corridas, maratonas, caminhadas e atividades do dia a dia).
Por outro lado, as fibras do tipo II, apresentam uma resistência aeróbica relativamente pequena em comparação a do tipo I. Elas são adequadas para o desempenho anaeróbico. Ou seja, na ausência de aporte de oxigênio, o ATP se forma em meios anaeróbicos. Isso faz com que este tipo de musculo entre em fadiga com mais facilidade, devido à limitada resistência. Esse tipo de fibra e recrutada em atividades de resistências mais curta e de maior intensidade, exercícios de explosão que demanda mais força do que resistência (corredores fundistas, provas de corrida de 100m, nado 400m, nado 50m, lutas, levantamento de peso, etc).
Claro que essas fibras são estimuladas conforme a pratica de atividade física. Treino e alimentação agem diretamente nessa composição corporal, quanto as fibras musculares mais recrutadas.
Conforme seu objetivo e atividade física procure um profissional habilitado para esquematizar seu treino e a sua alimentação para melhor performance e resultados.

Aritiane R Silva, graduada em Nutrição  pela Universidade Nove de Julho - UNINOVE, Pós Graduada em Nutrição  Esportiva pela Universidade Gama Filho e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional pelo Instituto Valeria Paschoal - VP - Unicsul.

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Texto desenvolvido por Aritiane R Silva, graduada em Nutrição  pela Universidade Nove de Julho - UNINOVE, Pós Graduada em Nutrição  Esportiva pela Universidade Gama Filho e Pós Graduada em Nutrição Clínica Funcional pelo Instituto Valeria Paschoal - VP - Unicsul, da equipe de Flavia Araujo (Fuca), nutricionista esportiva, graduada pela Universidade Anhembi Morumbi, atleta competitiva há 10 anos. Nutricionista de atletas amadores, profissionais e olímpicos, faz parte da CBDA (Confereração Brasileira Deportos Esportivos).


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Bons treinos!

Equipe Fast Runner

25 de nov de 2014

Você sabia que a alimentação auxilia no tratamento da Candidíase?

Foto: ISTOCKPHOTO/THINKSTOCK
A candidíase é originada pelo fungo chamado Cândida, sendo as orais e genitais mais conhecidas e fáceis de serem detectadas. As mulheres são as mais atingidas pela candidíase genital. 

Seus sintomas caracterizam-se por ardor, prurido e corrimento branco e espesso, os quais se agravam em períodos pré-menstruais por diversos fatores, como aumento da acidez vaginal. Além da infecção vaginal, a cândida, produz toxinas que podem trazer inúmeros sintomas fora do trato genito-urinário, como no sistema nervoso (fadiga anormal, dificuldade em se concentrar, depressão, alterações de humor), sistema digestivo (gases, distensão abdominal, diarreia alternada com constipação e múltiplas alergias alimentares), pele (psoríase, eczema, sudorese excessiva, acne e infecções nas unhas), sistema endócrino (hipo ou hipertireoidismo, principalmente os de origem auto-imune) e no próprio trato genito-urinário trazendo a perda de libido. 

A cândida, assim como outros fungos, é encontrada naturalmente em organismos saudáveis e que não produzem sinais de doença em condições fisiológicas normais. Mas como esse “bichinho” se prolifera a ponto de causar sintomas? 

O sistema imune, nível de pH e as bactérias benéficas nos protegem de maiores problemas pela exposição ao fungo. O organismo mantém o equilíbrio entre as bactérias probióticas, as patogênicas, comensais e os fungos. O desequilíbrio leva ao processo chamado de “disbiose”. Ao encontrar as condições apropriadas, os fungos multiplicam-se rapidamente ocasionando a candidíase com os sintomas. 

Uma dieta rica em carboidrato refinado e açúcar refinado (arroz e pão branco, biscoito, chocolate e bolos), leite e derivados, bebida alcóolica (vinho e cerveja), produtos industrializados em geral e o alto consumo de frutose favorecem o crescimento fúngico. 

Diversos alimentos podem ser incluídos para conseguirmos o efeito antifúngico. Recomenda-se ingerir orégano, alho, cebola, diversidades de legumes e verduras, suco de cranberry, óleo de coco extra virgem e prebióticos como biomassa de banana verde e batata yacon. A exclusão dos alimentos na dieta, citados anteriormente e que favorecem o crescimento fúngico, torna-se essencial. 

A alimentação pode auxiliar no tratamento ou prevenção da candidíase, que aflige considerável população feminina, como de outros distúrbios causados pelo estilo de vida adotado nos dias de hoje. Nos casos recorrentes, torna-se uma das principais aliadas e uma alternativa a alopatia.


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Texto desenvolvido por Mariana Frank, graduada pelo Centro Universitário São Camilo e Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional, membro da Diretoria do Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional (IBNF), da equipe de Flavia Araujo (Fuca), nutricionista esportiva, graduada pela Universidade Anhembi Morumbi, atleta competitiva há 10 anos. Nutricionista de atletas amadores, profissionais e olímpicos, faz parte da CBDA (Confereração Brasileira Deportos Esportivos).


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Bons treinos!

Equipe Fast Runner

10 de nov de 2014

Saiba mais sobre a Canela

Foto: ISTOCKPHOTO/THINKSTOCK
A canela é uma especiaria muito conhecida e utilizada para agregar sabor ou aroma aos alimentos e bebidas. Ela possui diversas propriedades benéficas à saúde, dentre elas a atividade antimicrobiana, antioxidante, anti-inflamatória e sobre o controle glicêmico. 

Os compostos cromo e polifenóis presentes na canela são considerados como possíveis responsáveis por melhorar a sensibilidade à insulina e o controle gilcêmico. A melhora do perfil lipídico (redução dos triglicerídeos, do LDL e do colesterol total) também estão entre os benefícios que essa especiaria pode proporcionar a nossa saúde. 

A versão em pó e em pau contém os mesmos benefícios, mas é interessante ficar atento à canela em pó e comprar marcas confiáveis, pois o produto pode ser uma mistura que não contenha somente a canela. 

Ao observar todos os benefícios que a canela pode trazer a saúde associado ao seu sabor e aroma agradável, é interessante introduzi-la na alimentação. Ela pode ser consumida na forma de chá, aromatizante de bebidas ou salpicá-la em cima de frutas. 

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Texto desenvolvido por Mariana Frank, graduada pelo Centro Universitário São Camilo e Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional, membro da Diretoria do Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional (IBNF), da equipe de Flavia Araujo (Fuca), nutricionista esportiva, graduada pela Universidade Anhembi Morumbi, atleta competitiva há 10 anos. Nutricionista de atletas amadores, profissionais e olímpicos, faz parte da CBDA (Confereração Brasileira Deportos Esportivos).


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Equipe Fast Runner  

27 de out de 2014

O glúten e a doença celíaca

Foto: ISTOCKPHOTO
A doença celíaca (DC) é caracterizada por uma intolerância permanente ao glúten, na qual ocorre atrofia total ou subtotal da mucosa do intestino delgado proximal e consequente má absorção de nutrientes em indivíduos geneticamente suscetíveis. Para ocorrer a manifestação da DC, além do uso do glúten na dieta, é necessária a presença de outros fatores como genéticos, imunológicos e ambientais.

Para se realizar o diagnóstico são utilizados marcadores séricos específicos (anticorpos antigliadina, antiendomísio e antitransglutaminase), a biópsia e o exame clínico. Os testes de anticorpos são úteis como ferramenta de triagem em indivíduos assintomáticos com maior risco de desenvolver a DC  (parentes de primeiro grau e pacientes com doenças autoimunes).  

A DC está associada com doenças extra intestinais. Há uma grande relação de enfermidades  autoimunes, dermatológicas, respiratórias, distúrbios neurológicos e endócrinos. Dentre elas podemos destacar diabetes tipo 1, tiroidite, Síndrome de Sjogren, artrite, ataxia, depressão, epilepsia, neuropatia e dermatite herpetiforme.

O tratamento da doença celíaca se dá com a retirada total de glúten da dieta e verificam-se melhoras no quadro clínico da própria doença e nos sintomas das associadas. Pacientes não diagnosticados, muitas vezes, passam anos buscando ajuda para queixas extra intestinais que podem ser provocadas pela doença celíaca. O diagnóstico precoce é desejável, uma vez que muitos desses sintomas podem desaparecer após o início de uma dieta livre de glúten.

A fração proteica gliadina, que compõe o glúten, é a responsável pelas manifestações de doença celíaca. O glúten não está presente só no trigo (gliadina), mas também na aveia (avenina), no centeio (secalina) e na cevada (hordeína). A Avenina é um caso muito discutido e controverso, pois estudos demonstraram que a maioria dos pacientes com DC a toleram. Porém os produtos de aveias comercializadas podem ser contaminados com trigo ou centeio, compostos potencialmente alergenicos.


Os pacientes costumeiramente ficam desorientados com o diagnóstico da doença, pois sentem dificuldade em fazer a substituição dos alimentos com glúten. Por esse motivo, é muito importante procurar uma nutricionista para auxiliar na dieta. A profissional de saúde poderá orientar o consumo de produtos como farinha de milho/arroz/mandioca/coco, polvilho (tapioca) e o próprio pão sem glúten.

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Texto desenvolvido por Mariana Frank, graduada pelo Centro Universitário São Camilo e Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional, membro da Diretoria do Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional (IBNF), da equipe de Flavia Araujo (Fuca), nutricionista esportiva, graduada pela Universidade Anhembi Morumbi, atleta competitiva há 10 anos. Nutricionista de atletas amadores, profissionais e olímpicos, faz parte da CBDA (Confereração Brasileira Deportos Esportivos).


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Equipe Fast Runner  

22 de out de 2014

Alergias alimentares

Foto: THINKSTOCK
A alergia alimentar é uma reação adversa a alimentos não tóxica dependente de mecanismos imunológicos, que resultam em grande variabilidade de manifestações clínicas. Infelizmente, muitas vezes, as manifestações decorrentes de intolerâncias alimentares como, por exemplo, à lactose é confundida com as manifestações das alergias alimentares. 

Algumas reações ocorrem minutos após a exposição ao alimento, já outras podem demorar horas e até dias para se tornarem clinicamente evidentes. Comumente, as manifestações não são associadas à alergia por ocorrerem após longos períodos de exposição ao alimento.

Há diversos fatores que devem ser investigados para verificar se o indivíduo tem a suscetibilidade em apresentar alergias alimentares e que contribuem para o desencadeamento ou exacerbação dos sintomas da alergia. Entre eles estão a alimentação materna durante a gravidez, o aleitamento materno (se ocorreu e até que idade), tipo de parto, idade materna, momento em que os alimentos sólidos e alimentos de alto poder alergênico foram incluídos na alimentação, frequência no consumo dos alimentos, exposição a poluentes e a predisposição genética. A incidência da alergia alimentar ocorre principalmente nos primeiros seis meses de vida, e, especialmente, nos lactentes que receberam aleitamento materno por um período curto ou que foram totalmente privados desse aleitamento. 

Os alérgenos alimentares mais comuns e responsáveis por aproximadamente 90% de todas as reações alérgicas são alimentos que possuem proteínas de difícil digestão como do leite de vaca, ovo, amendoim, trigo, soja, amendoim, peixe e frutos do mar. 

A relação de doenças autoimunes, alterações gastrintestinal, dermatológicas, respiratórias, distúrbios neurológicos e endócrinos já estão sendo mostradas em diversos estudos.  As manifestações sistêmicas e mais conhecidas são os sinais e os sintomas prurido e/ou edema de lábios, urticária, angioedema, náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, edema de glote e de laringe, dispnéia, síncope, dor torácica, arritmia, confusão metal, sonolência, convulsões, perda de consciência, coma entre outras. 

Ao ser estabelecido o diagnóstico da alergia alimentar, o tratamento consiste na exclusão de alimentos responsáveis pela reação alérgica, tratamento mais utilizado e com resultados altamente positivos. Inicialmente, essa manobra não é aceita facilmente pelo paciente que necessita rever sua dieta, principalmente dos itens consumidos mais frequentemente, gerando maior resistência na substituição dos próprios. Os rótulos dos alimentos também podem ser confusos ao indicar pequenas quantidades do alérgeno alimentar e apresentado com nomenclatura diferente ao popularmente conhecido. A contaminação oculta de alimentos considerados seguros também é outro fator. Por este motivo, procurar a ajuda de uma nutricionista é essencial para obter a conduta necessária, a escolha e substituição dos alimentos adequados e seguros.

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Texto desenvolvido por Mariana Frank, graduada pelo Centro Universitário São Camilo e Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional, membro da Diretoria do Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional (IBNF), da equipe de Flavia Araujo (Fuca), nutricionista esportiva, graduada pela Universidade Anhembi Morumbi, atleta competitiva há 10 anos. Nutricionista de atletas amadores, profissionais e olímpicos, faz parte da CBDA (Confereração Brasileira Deportos Esportivos).


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Equipe Fast Runner

22 de set de 2014

Como amenizar a TPM

Foto: THINKSTOCK
A Síndrome pré-menstrual (SPM) é um distúrbio comum entre as mulheres, durante sua fase reprodutiva. Ela provoca alterações comportamentais, emocionais, cognitivas e físicas, comprometendo o relacionamento no ambiente familiar, social, escolar e profissional. Estas se manifestam principalmente à semana que precede a menstruação, desaparecendo alguns dias após o aparecimento do fluxo menstrual.

Os sintomas mais comuns da SPM se dividem entre somáticos (irritabilidade, alterações de humor, comportamento depressivo, impulsividade, aumento de apetite, desejo por doce e confusão mental) e físicos (fadiga, mastalgia, edema abdominal, lombalgia, insônia, aumento de peso temporário, enxaqueca, presença de edema de extremidades, constipação intestinal e diarréia). A sintomatologia é provavelmente multifatorial.

Diversos autores relacionam alguns fenômenos relacionados à ocorrência da SPM com desequilíbrio entre estrógeno e progesterona, excesso de prolactina, deficiência das vitaminas E e B6,  deficiência de minerais, alteração na atividade de prostaglandinas e na ação da endorfina e serotonina.

Há diversas estratégias de tratamento com o objetivo de amenizar ou eliminar os sintomas. Um dos tratamentos é o não medicamentoso que consiste em alterações comportamentais, repouso adequado, prática de atividades físicas, atividades relaxantes, terapia cognitiva e mudanças nos hábitos alimentares, as quais devem ser comumente utilizadas. O outro é medicamentoso, utilizando diuréticos, antidepressivos, ansiolíticos e supressores da ovulação, que devem ser usados somente em mulheres com sintomas persistentes ou que apresentem a síndrome disfórica pré-menstrual.

O aumento no consumo energético e maior preferência por carboidratos são mais prevalentes em mulheres com a SPM, mais sensíveis às variações do ciclo hormonal e de neurotransmissores. Estudos observam maior consumo energético e de todos os macronutrientes, principalmente lipídios, carboidratos e açúcar simples, em mulheres com SPM durante a fase pré-menstrual.  Na fase lútea a ingestão aumentada de carboidratos pode ser explicada pela diminuição dos mediadores de serotonina nessa fase do ciclo menstrual. A ingestão de carboidratos leva a uma cascata de reações resultando em um aumento na síntese de serotonina e a melhora do humor. É importante lembrar que se deve priorizar o consumo de carboidratos integrais, pois o consumo de carboidrato simples tem sido associado com edema, fadiga e distúrbios de humor. Desta forma, é interessante que mulheres com SPM, façam refeições fracionadas e ricas em carboidratos integrais.

Muitos estudos científicos indicaram efeitos benéficos de alguns nutrientes específicos, seja adquirido pela alimentação ou na forma de suplemento. Dentre eles estão a vitamina E e a B6, magnésio, cálcio, manganês, ácidos graxos de cadeia longa e as isoflavonas. Mostram ainda resultados mais positivos quando se trata da ação sinérgica entre esses nutrientes. Os efeitos benéficos se dão pela redução significativa de sintomas tais como ansiedade, tensão nervosa, alterações de humor, irritabilidade, depressão, enxaqueca e retenção de líquido. Além da relação com esses nutrientes, estudos também observaram que mulheres que praticam atividade física sentem menos sintomas do que as inativas.

Quanto ao consumo de alguns alimentos como sal, açúcar, cafeína, produtos lácteos e álcool devem ser reduzidos para auxiliar na diminuição da retenção de líquidos (consumo excessivo de sódio), irritabilidade (consumo excessivo de cafeína) e cólicas.


Desta forma, verificamos a importância da mudança de comportamento e estilo de vida, assim como o acompanhamento nutricional individualizado para garantir a nutrição e o funcionamento adequado do organismo para minimizar os sintomas da SPM. 
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Texto desenvolvido por Mariana Frank, graduada pelo Centro Universitário São Camilo e Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional, membro da Diretoria do Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional (IBNF), da equipe de Flavia Araujo (Fuca), nutricionista esportiva, graduada pela Universidade Anhembi Morumbi, atleta competitiva há 10 anos. Nutricionista de atletas amadores, profissionais e olímpicos, faz parte da CBDA (Confereração Brasileira Deportos Esportivos).


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Equipe Fast Runner

16 de set de 2014

O chocolate amargo e seus benefícios

Foto: ISTOCKPHOTO
O chocolate é fabricado a partir do cacaueiro (Theobroma cacao L), uma planta nativa das florestas quentes e úmidas. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) esse alimento contém no mínimo 25% de sólidos totais de cacau. As matérias-primas básicas para sua produção são o liquor (obtido pelo refino da massa de cacau), a manteiga de cacau e o açúcar, podendo-se ou não adicionar lecitina de soja, aromatizantes, leite (em pó integral e desnatado) e outros.

Os efeitos benéficos do chocolate amargo são conhecidos, porém tem sido mais divulgado na mídia atualmente. Por ser composto a base de cacau, fonte natural de polifenóis, o chocolate perdeu o status de vilão.  Os polifenóis ganharam mais atenção e maior interesse nutricional, devido à sua capacidade antioxidante e as suas possíveis implicações benéficas na saúde humana, tais como no tratamento e prevenção do câncer, doença cardiovascular e outras patologias. Tem-se discutido sobre outros efeitos como anti-microbianas, vasodilatadora e analgésica. 

Os compostos fenólicos e capacidade antioxidante do cacau são significativamente superior à quantidade de antioxidantes totais e capacidade antioxidante do chá verde, chá preto e vinho tinto. 

A semente de cacau é constituída por 37% de catequinas, 4% de antocianinas e 58% de procianidinas. Por possuir maior porcentagem de cacau, o chocolate amargo apresenta uma concentração de polifenóis maior que em outros tipos, como o ao leite. 

Outros efeitos benéficos foram apontados em estudos como a redução do cortisol, pressão arterial, LDLc e do HOMA-IR, assim como a melhora da sensibilidade a insulina em individuos  hipertensos. 

O chocolate tem uma contribuição significativa na dieta como fonte de antioxidantes, porém não se pode esquecer do valor calórico que esse alimento possui e que deve ser consumido com moderação. Além disso, é fundamental prestar atenção nos rótulos dos produtos para consumir  aqueles com alta porcentagem de cacau e pouca adição de gorduras e açúcares.
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Texto desenvolvido por Mariana Frank, graduada pelo Centro Universitário São Camilo e Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional, membro da Diretoria do Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional (IBNF), da equipe de Flavia Araujo (Fuca), nutricionista esportiva, graduada pela Universidade Anhembi Morumbi, atleta competitiva há 10 anos. Nutricionista de atletas amadores, profissionais e olímpicos, faz parte da CBDA (Confereração Brasileira Deportos Esportivos).


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Equipe Fast Runner

21 de ago de 2014

O poderoso suco verde

Foto: ISTOCKPHOTO/THINKSTOCK
O consumo do suco verde está sendo discutido em matérias de revistas, no salão de cabeleireiro e nas academias por se considerado emagrecedor. Afinal, o que esse suco tem de tão milagroso?

O suco verde tem o poder destoxificante. Mas e o que isso significa? Ele ajuda nosso fígado a eliminar substâncias que em excesso no organismo promovem aumento de peso e acúmulo das gordurinhas tão indesejadas.

Como curiosidade, quero dizer a vocês que a maioria dessas substâncias está presente no nosso dia a dia, como por exemplo, agrotóxicos, aditivos alimentares, medicamentos, álcool, poluentes do ar, entre outros. Por esse motivo é muito importante sempre ajudarmos nosso organismo adotando hábitos saudáveis. 

Agora você deve estar se perguntando: “Então o suco verde realmente ajuda a emagrecer?” Sim, ele é um excelente aliado para vocês que estão com aqueles quilinhos a mais e provavelmente estagnados no peso. Mas lembrem-se, uma dieta equilibrada e a prática de atividade física não devem ser deixadas de lado se quiserem atingir esse objetivo. Além de ser adjuvante para perda de peso, o processo de destoxificação também pode ser estimulado em atletas para melhorar seu desempenho esportivo.   

A base do suco verde são os alimentos do grupo das brássicas (couve, agrião, rúcula) que contém compostos importantes no processo de destoxificação, além das vitaminas, minerais e antioxidantes. No suco, colocamos também as frutas e legumes, gengibre, canela, cacau, sementes de linhaça e chia, quinua, amaranto e aveia que incrementam a bebida, deixando-a mais gostosa e rica em nutrientes.   

Mesmo com todos os benefícios do suco verde, não podemos esquecer da individualidade bioquímica de cada um. Algumas pessoas podem apresentar algumas restrições ao consumo desse suco, por exemplo, indivíduos que apresentam alterações na tireóide devem ter nosso acompanhamento. 
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Equipe Fast Runner

6 de ago de 2014

Conheça fortes aliados para prevenção de gripes e resfriados

Com as repentinas e bruscas mudanças climáticas, nosso sistema imunológico fica mais fragilizado e assim as gripes e resfriados podem vir com maior facilidade. Alimentar-se bem durante todo o ano é uma ótima maneira de se proteger, já que os nutrientes são essenciais para manter as células de defesa do organismo. Algumas vitaminas, minerais, compostos antioxidantes e fitoquímicos fazem parte desse leque de nutrientes. 
Se você fica resfriado ou gripado com frequência, vale a pena ver os alimentos que podem te ajudar nessa batalha e incluí-los hoje mesmo no seu dia a dia. 

Abóbora, cenoura, manga: fonte de carotenoides. Ativam e fortalecem o sistema imunológico.

Suco verde: rico em zinco, ferro e vitamina C - considerados antioxidantes e que reforçam o sistema imunológico. Pode ser feito com folhas de couve, agrião ou salsão.

Limão, laranja, acerola, kiwi: fonte de vitamina C, com ação antioxidante e responsável pelo aumento na produção de células de defesa. 

Gengibre: apresenta propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e imunoestimulante. A raiz pode ser consumida na forma de chá ou acrescentado aos sucos, saladas e carnes. 

Chá verde e branco: ricos em catequina e epicatequina, considerados potentes antioxidantes. Possui ação imunoestimulante (fortalece o sistema imunológico). Pode ser consumido na forma de chá ou em cápsulas. 

Cogumelo Shiitake: possui a lentinana, uma substância que aumenta a produção das células de defesa do organismo (macrófagos e linfócitos T). Ele pode ser consumido acrescentando sabor ao arroz, molhos e saladas. Pode ser utilizado também como opção aos recheios de panquecas. 

Mel: com ação bactericida e anti-séptica. Rico em vitamina C e E, do complexo B,  ferro e zinco. Todos nutrientes envolvidos na imunidade. Pode ser consumido puro, em sucos ou em frutas. 

Alho: contém a alicina e a aliina, uma substância anti-microbiana, antioxidante e anti-inflamatória. Além disso, estimula a resposta imunológica, prevenindo as gripes comuns em climas mais frios. Use como temperos nas mais diversas preparações como feijão sopas, arroz e carnes.

Vale lembrar aos atletas que a presença desses alimentos deve ser praticamente obrigatória em sua rotina, já que os treinos intensos e as competições também levam à queda do sistema imunológico, independente das mudanças climáticas. 

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Bons Treinos!
Foto: Thinkstock

30 de jul de 2014

Bandagens Spider Tech em X - Alívio para suas dores musculares



As bandagens Spider Tech são usadas por profissionais, médicos, atletas profissionais, atletas olímpicos e também pelos guerreiros de final de semana ou que vivem na correria do dia a dia, permitindo uma volta mais rápida para as atividades físicas.



A bandagem Spider Tech em X, por exemplo, é fácil de usar, não contém medicamentos, é resistente à água e dura em média 5 dias no corpo do atleta, melhorando o rendimento.

As quatro seções do X Spider se estendem e podem se moldar aos diferentes contornos do corpo. Basta colar o centro do X no local da dor e aguardar o alívio. Podem ser usadas no cotovelo, joelho, tornozelo, costas, punho, ombro ou em qualquer lugar para aliviar rapidamente as dores, mas não substitui tratamentos médicos. Caso as dores persistam, é importante consultar um profissional especializado.

As bandagens vêm em uma linda lata para protegê-las durante o transporte.



Confira mais algumas informações:

  • Spider Tech é feita com uma única tira de fita contínua, eliminando a necessidade de usar vários pedaços sobrepostos, dando um acabamento perfeito que dura por mais tempo.
  • As bandagens pré cortadas Spider Tech proporcionam aplicações consistentes e uniformes a qualquer momento.
  • Fácil de aplicar. As aplicações vêm divididas em seções serrilhadas e instruções passo a passo, evitando aplicações equivocadas.
  • Maior durabilidade pois as bandagens pré cortadas da Spider Tech possuem os cantos arredondados, evitando que se descolem precocemente ao vestir suas roupas.
  •  SpiderTech é a marca preferida entre os atletas profissionais.

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4 de jun de 2014

Comemore o dia dos namorados junto com seu par perfeito


Nada melhor do que comemorar o dia dos namorados junto com o seu par perfeito, e você ainda pode economizar uma graninha.

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