2 de set. de 2010

Primeira Corrida Vertical no Brasil

Domingo foi a vez do Brasil sediar, pela primeira vez, uma etapa do circuito mundial do ‘Vertical World Circuit’, uma corrida um pouco diferente do habitual, pois se passa no interior de um edifício e os corredores devem subir suas escadas. Pode parecer simples, mas há estratégias, como saltar degraus de dois em dois ou equilibrar esforço físico para completar o percurso em um bom tempo. O tempo estimado pra a subida é de 4 minutos.

A prova aconteceu em um prédio da zona sul de São Paulo, próximo ao Morumbi. Com 142 metros de altura, 31 andares e 765 degraus, o prédio é o quinto mais alto da cidade.

A competição já aconteceu em diversos países como Reino Unido, Suíça, Alemanha, Austrália, Espanha, Cingapura, Estados Unidos (Edifício Empire States, em Nova Iorque) e Taiwan (Edifício Taipei, com 448 metros de altura, 91 andares e 2.046 degraus, o mais alto do circuito mundial).

Além de proporcionar prazer aos esportistas, o evento trás benefícios para o turismo e economia da cidade. Em Nova Iorque, por exemplo, a corrida vertical gera US$ 40 milhões e atrai quase 40 mil pessoas (10 mil estrangeiros).

A prova foi disputada em três categorias: corredores de elite, atletas e amadores. Na elite feminina a neozelandesa Melissa Moon conquistou o primeiro lugar da Nova Zelândia, com o tempo de 4’51”, seguida pela italiana Cristina Bonacina (5’07”) e a brasileira Maria Cristina Bernardo, com 5’36”. Já na elite masculina os vencedores foram o italiano Marco De Gaspari, com o tempo de 3’29’’, seguido pelo também italiano Fabio Ruga, com 3’31”, e Viktor Novotny, da Checolosváquia, com 3´35”.



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